HYLDON


Quando adolescente, Hyldon se interessou pela música Iê-iê-iê, influenciado por seu primo Pedrinho da Luz, que tocava guitarra na banda The Fevers. Formou uma banda chamada Os Abelhas, com a qual se apresentou em clubes de Niterói e cidades vizinhas, chegando a participar de programas de rádio e televisão. Quando sua família decidiu se mudar de volta para a Bahia, Hyldon convenceu sua mãe a deixá-lo ficar no Rio de Janeiro, morando com Pedrinho. Essa relação próxima levou a importantes oportunidades na indústria musical, incluindo sua primeira gravação com o The Fevers. Sua primeira composição gravada, "Eu me Enganei", foi lançada quando ele tinha apenas 17 anos, marcando o início de sua carreira como compositor.

Em 1969, enquanto suas músicas eram gravadas por artistas como Jerry Adriani e Wanderley Cardoso, Hyldon também se estabeleceu como músico, participando de várias gravações. Viajou com a banda Os Diagonais, onde conheceu Tim Maia, que mais tarde se tornaria uma influência significativa em sua carreira. Durante esse período, Hyldon trabalhou como guitarrista em álbuns de artistas como Toni Tornado e Wilson Simonal, dois pioneiros da música negra brasileira.

Em 1970, Hyldon foi convidado a trabalhar como produtor na PolyGram, com a condição de que pudesse lançar seu próprio trabalho. Ele aceitou e passou a produzir álbuns de sucesso para artistas como Erasmo Carlos, Diana e Odair José, tocando guitarra no maior sucesso de Odair, "Uma Vida Só". Durante esse período, Hyldon continuou a compor e criar arranjos, se preparando para lançar seu próprio álbum com o apoio de Tim Maia e Cassiano.

Em 1974, Hyldon gravou seu primeiro single, "Na Rua, na Chuva, na Fazenda (Casinha de Sapê)," que rapidamente se tornou um sucesso nas rádios. No ano seguinte, ele lançou outro single com "As Dores do Mundo," que também ganhou popularidade. Esses sucessos permitiram que ele lançasse seu primeiro álbum, Na Rua, na Chuva, na Fazenda, que contou com várias músicas de sucesso, como "Na Sombra de uma Árvore" e "Acontecimento," consolidando sua carreira na música brasileira.


AZYMUTH JID004 LP DUPLO 45RPM - PRÉ-VENDA
R$ 280,00

Azymuth JID004 is the fourth installation in the Jazz Is Dead catalog. This album features newly recorded songs by Adrian Younge and Ali Shaheed Muhammad and Azymuth, the beloved Brazilian samba funk trio. Azymuth JID004 showcases the trio's distinctive sound as the bedrock for some of the greatest Brazilian albums of the 1970s (Hyldon, Marcos Valle, etc.) All songs produced by Adrian Younge & Ali Shaheed Muhammad. Recorded and mixed by Adrian Younge at Linear Labs, the preeminent analog studio of Los Angeles, CA.

JAZZ IS DEAD 021 LP - PRÉ-VENDA
R$ 240,00

Jazz Is Dead announces another offering of top-shelf recordings taking listeners on a journey through the funky sounds of Ghana all the way down to the psychedelic soul and samba of Brazil. Produced by label founders Adrian Younge and Ali Shaheed Muhammad, Jazz Is Dead Series 3 features new analog recordings from living legends Ebo Taylor, Hyldon, Dom Salvador, Antônio Carlos e Jocafi, Carlos Dafé, Joyce e Tutty Moreno as well as an unreleased LP from The Midnight Hour: Lost Tapes.

Limited to 1000 black vinyl


Vale-Presente
a partir de R$ 180,00

This gift card is valid for any item in the Jazz Is Dead online store. Receive a unique code with each purchased gift card. This code can be emailed directly to your recipient or yourself.

When redeeming a gift card code at checkout, the recipient will see the card value subtracted from their order total. They can also see the balance remaining on the gift card.

*Gift Cards can not be used to purchase concert tickets.

SLIPMATS DE COURO E CORTIÇA
a partir de R$ 220,00

Feito de couro de poliuretano e cortiça, 300mm de diâmetro, 3mm de espessura

Perfeito para discos de 33 1/3 RPM e 45 RPM, esses mats para toca-discos ajudam a reduzir estática por meio de absorção acústica.

LIVE AT JAZZ IS DEAD